
#OOC — An Indie & Private portrayal of Robert Johnson headcanon based in sinners. Canon Divergent & Headcanon Based. Multiship & Multiverse friendly. written by \SOL (ela/dela, 21+)
GUIDELINES
001. Plot contraindicado para pessoas sensíveis.
Muitas das coisas na conta e no squad são trabalhadas como construção de narrativa. O plot é sobrenatural e místico, poderá conter gatilhos como tortura (psicológica e física), sequestros, manipulação, mortes, linguagem imprópria, homicídio, traição, guerras, pensamentos e reflexões
extremamente autodestrutivas, porte de armas e/ou outros meios ilegais de venda e exportação de objetos, assuntos como preconceito com outras raças/espécies fictícias serão abordados também. Ou seja, nem tudo que verá aqui será politicamente correto, porém, é tudo
ficcional e não tenho intenção de ofender, desrespeitar ou reforçar quaisquer estereótipos nocivos de índole preconceituosa. As ideias, personalidade do personagem de minha autoria e as situações que possam ser apresentadas não refletem nas ideias do autor. Os temas abordados não serão romantizados, o personagem não se trata de uma apologia. Caso algo incomode, peço que me chame na DM. 002. Toda batalha, briga ou decisões importantes, sendo ou não importante para a história em conjunto ou individual, serão acompanhados de uma rolagem de dados. (D20, preferencialmente) para evitar metagaming ou favoritismo em vantagens ou desvantagens. Será devidamente avisado em off quando for necessário. 003. Importante! Contas nsfw não serão aceitas, e por motivos de temática, limito as interações somente para contas interativas e interpretativas. 004. Eu, o player, sou neurodivergente. Peço que se alguma situação ou fala lhe incomodar, me chame na DM para conversarmos. Caso ocorra situações em que Robert ou algum outro NPC interativo não entenda sarcasmo ou ironia, peço que não se chateie, por favor. Pode me explicar, não vai me ofender. Posso ficar reclusa em interações quando não me sentir confortável, não é algo pessoal, apenas não sei como agir em determinados momentos, porém, sempre irei puxar plots ou interações com todos, seja usando Robert
ou algum NPC, sem exceções! 005. Essa é uma obra como qualquer outra, que possuí começo, meio e fim — fim este que será executado quando para mim for cabível o desfecho da história. Obs : A conta é 100% interpretativa e autoral, tem inspirações como qualquer outra, porém, a ideia partiu de mim e estava engavetada há algumas luas. É algo especial, emocionalmente falando. Você têm meu coração por fazer parte de algo assim. Obrigado! E divirta-se, é uma regra.
DO'S
Inimigos / Rivalidade.
Mentor e aprendiz. (ou vice e versa)
Amigos de longa data.
Ex-relações.
Relações de negócios.
DO NOT'S
Relações amorosas.
Relações familiares.
OTHER
É bom deixar claro que Robert é um vampiro centenário nascido em Mississipi. De acordo com o tempo que Robert viveu e pela sua descendência preta, na história, e somente na história, pode abordar temas como diferenças de classe, sincretismo e até mesmo exploração. Porém, isso não será abordado de forma direta nas interações por simplesmente não ser cabível ao tema. É um OC sobrenatural, atualmente vampiro. E apenas isso é relevante para a atualidade. Tudo que for citado sobre o assunto, terá um aviso de gatilho (TW), pois também não é algo que pode ser ignorado sobre o passado do OC e o passado que realmente existiu. Alternar a história apenas por conveniência, na minha concepção, seria apagá-la e desrespeitá-la. Portanto, tudo o que foi abordado tem um estudo minuscioso e embasamento histórico e responsável. Deixo desde já o aviso que qualquer discussão sobre isso, irá resultar em block e, dependendo, até mesmo em denúncia da conta. Agradeço desde já.
CREDITS

Dove Imperia — @unhholytears
VAMPIRA , Protegida. Thomas Baertux — @thexmknight
****** , Melhor amigo, aliado. Ajay/Kalinag — @rageraised
DEIDADE PROFANA , Aliado caótico, possuem uma aliança pelas ilhas de Baghdur ter uma entrada até o cabaré Lucky Kat Club.
Seraphine — NPC
FEITICEIRA , Melhor amiga, responsável pelos shows e figurinos no Lucky Kat Club. Protegida e criada por Tia Nana. Volodymir — NPC
VAMPIRO , Protegido, criado por Johnson. Bartender no Lucky Kat Club. Velius — NPC
ENTIDADE , Aliado, mestre de sala no Lucky Kat Club. Tia Nana — NPC
FEITICEIRA , Tia de Robert, aliada.
Host Guy (Caine) — NPC
??? , Trabalha na recepção de Lucky Kat Club. Bolha — NPC
BOLHA (parasita) , Indefinida. Rafinha — NPC
ESTAGIÁRIO , Protegido de Ajay.

ROBERT JOHNSON
NAME Robert Johnson NICKNAME/ALIAS Rob. AGE 135y. DATE OF BIRTH March 25th, ????. GENDER & PRONOUNS Male, he/him. ORIENTATION Bissexual / Mono. POSITIVE TRAITS
Leal.
Calculista.
Extrovertido.
Lábia. NEUTRAL TRAITS
Passivo agressivo.
Sarcástico.
Obssessivo.
Supersticioso. NEGATIVE TRAITS
Cruel.
Pessimista.
Vingativo.
Problemas com raiva. ASTROLOGY Aries Sun, Taurus Moon, Aries Rising MBTI ENTP-T MENTAL HEALTH
- TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático.)
- Transtorno por uso de Substâncias. HEIGHT 1,89cm. HAIR Preto. EYES Castanhos escuros. MARKS & SCARS Uma marca de nascença no pulso e uma cicatriz no pescoço além da mordida, além de diversas outras pelo busto, costas, abdômen e coxas antes de sua transformação. PHYSICAL DESCRIPTION Robert é afro-americano, o cabelo crespo é sempre aparado e baixo, os olhos são amendoados e castanho escuros, quase preto. O nariz é marcante e largos, os lábios carnudos e, assim como todos os seus traços, são de sua descendência e raízes. Há cicatrizes por todo o corpo, porém, as mais expostas são a de seu pescoço e a das mãos (costas e palmas). Sempre está vestindo ternos, sobretudos ou roupas que usava desde os tempos em que era mortal. PARENTS
- Nana. ( Sua tia ) SIBLINGS
- Nenhum. SIGNIFICANT OTHER
- Lita. ( ex-namorada ) OTHERS
- _____
- _____
- _____ OCCUPATION Desconhecida pela maioria, porém, todos sabem que é apenas um homem influente dentre os "poderosos". Possui terras, cabarés, cassinos e hotéis por todo o estado de Louisiana. LANGUAGES Inglês, português, italiano, espanhol e francês.
Exatamente no dia 25 de março de 1860, ás 05:55 da manhã, Robert Johnson havia nascido.Sua mãe era babá de uma mansão no Garden District em New Orleans, mesmo após seus 50 anos de vida, ainda continuava trabalhando. Viviam em extrema pobreza e Robert Baptiste Le-Johnson era o sexto dos sete filhos da mulher. Seu pai, Hermet Johnson, trabalhava em uma lavoura em uma cidade distante.Quando o pequeno completou seus 5 anos, seus pais se separaram e Robert fora morar com seu pai em New Orleans, com seus 6 anos começou a trabalhar e, nesta mesma idade, descobriu sua paixão herdada de seu pai: A música. Hermet ensinou Robert a tocar violão, era o alívio da lavoura, da segregação e até durante seus trabalhos. A música era o que ligava Robert e Hermet, mesmo na demonização do blues, e mesmo durante a peste que o afligiu. Quando o pai de Johnson descobriu a grave doença local, deixou-o com sua tia, Nana. Fora a última vez que Robert soube de seu pai.Robert passou a ser chamado de “Junior” por sua tia Nana. Além de possuir uma casa de voodoo — da qual mais tarde Johnson herdaria — também administrava uma casa de prostituição em Storyville. De um lado, um “berço” barato, e do outro, uma mansão que abrigava quase 40 mulheres. Nana era respeitada em qualquer lugar onde ia, e Junior ganhava dinheiro engraxando sapatos, vendendo e trocando selos, lavando carros e louças, além de cantar em concursos de talentos.Embora Johnson vivesse com parentes, passou longos períodos a própria sorte, perambulando pelas ruas. Teve de se virar como conseguiu e, nisso, sua tia lhe ajudou. Porém, não de forma convencional.Nana era temida e respeitada, as ruas de Storyville eram suas, ela quem dava as ordens por ali. Além da prostituição quase legalizada por aquelas bandas, o crime também era existente, e com ele, haviam guerras civis para todos os lados.Johnson aprendeu a sobreviver com "mortes alugadas" e batendo carteiras, além de enganar turistas e ser responsável pela carga e descarga de armamentos e mantimentos que, naquele local, era proibídas. Era quase um especialista em mentir. E assim, ganhando dinheiro nestas aventuras, “Junior” começou a ganhar seu nome nas ruas de “Barão da Cruz” pelo crucifixo cravejado que carregava, herdado de sua tia, junto à casa de voodoo, e com seus 16 anos já tinha tanto respeito quanto ela própria.Robert tinha seus 28 anos e o desejo adormecido de se tornar um músico de sucesso foi aparecendo pouco a pouco em cada visita ao palco dos cabarés. Sua tia percebia tal dom de longe, era como se o sentisse chamando o próprio diabo em terra para tocar e cantar consigo.Certo dia, após um show, ela lhe deu uma garrafa de Whisky, uma Colt e o colar de pedras rubis que se assemelhava a um terço devido às dezenas e ao crucifixo cravejado em carmim. Lhe deu um endereço e disse para aguardar que o que ele buscava, lá estaria.Era 25 de março de 1888, uma noite chuvosa e escura. As brumas inebriavam os sentidos do rapaz e seu único farol era seu próprio violão. Era uma noite sem lua, lá estava ele na encruzilhada 61 e 49, ás 11:59 da noite.Esperou durante tempos, bebeu a garrafa de whisky gole por gole na espera de encontrar, então, o que sua tia dissera que mudaria sua vida.E derrepente, Roberto que até então era ateu, acreditou em Deus através do diabo que viu em sua frente. Ou, pelo menos, pensava ser uma criatura do submundo.O homem não se assemelhava com os espíritos que cultuava, apesar de trazer tamanha energia de morte consigo. Era bestial, os dentes, o olhar... Pensou estar bêbado demais, mas não se fixou neste pensamento. Ergueu sua Colt e atirou consecutivas vezes na direção da sombra que se aproximava, mas em um piscar de olhos, já era tarde. O veneno através da mordida era pior que o álcool ou qualquer que seja a droga que já havia sentido em seu organismo anteriormente. Robert conseguia ver além de suas vivências, como se, naquele momento, tivesse ficado entre os dois mundos: O dos vivos e o dos mortos. E agora, mais do que nunca, faz parte dos dois até os dias atuais.